Os 80 anos de história da Feira de São Cristóvão, importante ponto turístico e cultural do Rio

Por Flipar

A Feira de São Cristóvão é hoje um importante ponto turístico e cultural do Rio de Janeiro.
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A origem do espaço remonta a 1945, quando retirantes nordestinos chegavam em caminhões ao Campo de São Cristóvão, muitos deles para trabalhar na construção civil.
Reprodução do Facebook São Cristovão
Esses encontros deram início a celebrações com músicas e comidas típicas que logo se tornaram tradição.
Reprodução do Facebook São Cristovão
Um dos protagonistas dessas primeiras manifestações foi o cordelista Mestre Azulão, um dos fundadores da feira e autor do livro ?A Feira Nordestina, Foi Assim que Começou?, que conta a história do local.
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Durante 58 anos, a feira permaneceu nos arredores do Campo. Em 2003, após a reforma do Pavilhão de São Cristóvão, o evento foi transferido para dentro do espaço.
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Foi nessa época que ele passou a se chamar oficialmente Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas.
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É uma homenagem ao cantor e compositor Luiz Gonzaga, um dos maiores nomes da história da música brasileira e que ficou conhecido como "Rei do Baião" por ter sintetizado ritmos nordestinos para criar o gênero.
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Além da programação musical e gastronômica, o espaço reúne símbolos da cultura popular nordestina, como estátuas de Padre Cícero, Lampião e Maria Bonita, além do próprio Luiz Gonzaga.
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No mês de junho, por exemplo, as atividades são dedicadas às festas de São João, que divide com o Carnaval o posto de duas das maiores celebrações culturais brasileiras.
Reprodução do Flickr Riotur/Alexandre Macieira
Segundo dados do IBGE, cerca de 1,5 milhão de nordestinos vivem no estado do Rio de Janeiro, reforçando a importância do espaço como referência cultural.
Reprodução do Fliockr Adam Jones
A Feira de São Cristóvão conta atualmente com cerca de 700 barracas fixas que reúnem gastronomia, artesanato, literatura de cordel e outros produtos típicos.
Reprodução do Instagram @saocristovaofeiraoficial
A gastronomia é um dos grandes destaques, com a oferta de pratos típicos da cozinha nordestina, como baião de dois, carne de sol com aipim, sarapatel, moqueca, e vatapá
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Ela recebe em média 400 mil visitantes por mês, cerca de 12 mil nas sextas, 30 mil aos sábados e 45 mil aos domingos.
Reprodução do Flickr Riotur/Alexandre Macieira
A feira é um verdadeiro polo cultural, com mais de 100 shows de música nordestina por mês.
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Os shows incluem ritmos típicos do Nordeste, como forró, baião, xote, xaxado, repente, embolada e maracatu.
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Há espaços destinados à dança, com palcos como o João do Vale e o Jackson do Pandeiro, além da tradicional Praça dos Repentistas.
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Aulas gratuitas de forró, quadrilhas juninas, eventos de São João e Carnaval Nordestino são destaques nas programações especiais.
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Em 2010, a Feira de São Cristóvão foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
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Em novembro de 2023, o Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas foi declarado Patrimônio Histórico, Cultural, Turístico e Gastronômico do Estado do Rio de Janeiro.
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A feira está Localizado no bairro de São Cristóvão com fácil acesso por transporte público - ônibus, metro, com algum deslocamento, e trem.
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