Lilia Cabral viverá Rita Lee em 2026 num espetáculo que retrata os últimos anos da cantora

Por Flipar

Admiradora de longa data de Rita, a atriz revelou a emoção de assumir o papel. ?Sempre fui fã da Rita, que, para mim, é uma referência em tudo?, confessou.
Reprodução do Instagram @lilia_cabral
?Quando recebi esse convite, cheguei a perder um pouco o rumo. Nunca havia pensado nessa possibilidade. Curioso que, quando comentei com algumas pessoas, elas se surpreendiam e diziam que era uma junção de mundos maravilhosa?, completou a atriz.
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Produzido pela Brancalyone, o monólogo terá direção de Beatriz Barros, nome responsável por montagens de sucesso, como ?O Avesso da Pele?. Com estreia prevista para meados de 2026, em São Paulo, ?Rita Lee: Balada da Louca? promete ser uma homenagem sensível e profunda à artista que transformou a música brasileira com irreverência, humor e autenticidade.
Reprodução/@lilia_cabral
Lilia Cabral Bertolli Figueiredo nasceu em São Paulo, no dia 13 de julho de 1957, e é uma das atrizes mais respeitadas da dramaturgia brasileira.
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Ao longo de sua trajetória, ela acumulou prêmios importantes, entre eles um Grande Otelo, quatro Troféus Imprensa, um Prêmio APCA, um Prêmio Shell e três Prêmios Qualidade Brasil, além de ter sido indicada duas vezes ao Prêmio Emmy Internacional de Melhor Atriz.
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Filha do italiano Gino Bertolli e da portuguesa Almedina Sofia Cabral, Lilia cresceu na Lapa, bairro da zona oeste paulistana. A origem familiar e a disciplina herdada dos pais marcaram sua formação artística e pessoal.
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Em entrevistas, a atriz já contou que a morte da mãe, em 1987, a levou a enfrentar um período difícil, com episódios de depressão e síndrome do pânico, que superou por meio de acompanhamento psicológico.
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Formada em Artes Cênicas pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo, em 1978, Lilia iniciou a carreira no teatro com a peça ?Marat-Sade?, e logo se destacou em montagens como ?Divinas Palavras? e ?Estado de Sítio?.
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No mesmo ano, estreou na televisão e, em 1981, ganhou projeção nacional com a novela ?Os Imigrantes?, da Band, escrita por Benedito Ruy Barbosa, onde viveu Angelina, neta do personagem de Rubens de Falco.
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O talento chamou a atenção da Rede Globo, que a contratou em 1984 para o elenco de ?Corpo a Corpo?, novela de Gilberto Braga. A partir daí, Lilia nunca mais ficou fora da televisão. Vieram personagens como Antonieta em ?Hipertensão? (1986), Lena na primeira fase de ?Mandala? (1987) e Aldeíde Candeias em ?Vale Tudo? (1988), onde contracenou com Reginaldo Faria.
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No fim da década, brilhou também em ?Tieta? (1989), vivendo a beata Amorzinho, papel que ampliou seu reconhecimento junto ao grande público.
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Durante os anos 1990, a atriz consolidou-se como uma das maiores intérpretes de sua geração. Fez parte de produções como ?Salomé?, ?Pedra Sobre Pedra? e ?Pátria Minha?.
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A parceria com o autor Manoel Carlos teve início em ?História de Amor? (1995), no papel da neurótica Sheila, e se repetiria em várias produções seguintes. Em ?Anjo Mau? (1997), interpretou Goreti; em ?Meu Bem Querer? (1998), deu vida à perua Verena; e, no ano seguinte, integrou o elenco de ?Malhação?, como a mãe da protagonista.
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Nos anos 2000, Lilia manteve uma presença constante nas novelas da Globo. Foi Ingrid em ?Laços de Família? (2000), Daphne em ?Estrela-Guia? (2001), Edith em ?Sabor da Paixão? (2002), e a vilã cômica Bárbara Albuquerque em ?Chocolate com Pimenta? (2003).
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Em ?Páginas da Vida? (2006), viveu Marta Toledo Flores, uma das personagens mais marcantes de sua carreira, papel que lhe rendeu prêmios e uma indicação ao Emmy Internacional. Dois anos depois, emocionou o público como Catarina em ?A Favorita? (2008) e, em 2009, interpretou Tereza, em ?Viver a Vida?, além de protagonizar o filme ?Divã?, sucesso de público e crítica.
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Em 2011, alcançou o auge da popularidade ao interpretar Griselda Pereira, a ?Pereirão?, protagonista de ?Fina Estampa?. A personagem, símbolo de força e dignidade, garantiu à atriz uma série de prêmios de melhor atriz naquele ano.
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Na sequência, protagonizou ?Saramandaia? (2013), viveu a poderosa Maria Marta em ?Império? (2014), papel que também lhe rendeu reconhecimentos como o Troféu Imprensa e o Prêmio Extra de Televisão, e participou de produções como ?Liberdade, Liberdade? (2016), ?A Força do Querer? (2017), ?O Sétimo Guardião? (2018) e "Garota do Momento" (2024).
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Fora da televisão, Lilia mantém uma sólida trajetória no cinema e no teatro. No palco, é lembrada por sua entrega e profundidade emocional em montagens que exploram temas humanos e sociais. Já nas telas, destacou-se em filmes como ?Divã 2? e ?Maria do Caritó?, reafirmando sua capacidade de transitar entre o drama e a comédia com a mesma intensidade.
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Na vida pessoal, Lilia foi casada com o cineasta João Henrique Jardim entre 1986 e 1993. Após o divórcio, uniu-se ao economista Iwan Figueiredo, com quem teve sua única filha, Giulia Bertolli Figueiredo, nascida em 1997, que também seguiu os passos da mãe na carreira artística.
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