Empresa tenta ‘reviver’ espécies extintas e planeja nascimento de mamute até 2028

Por Flipar

A Colossal Biosciences, uma empresa que se apresenta como especialista em "desextinção", revelou ter desenvolvido um tipo de célula-tronco de elefante que pode se transformar em qualquer tecido vivo do organismo.
divulgação/Colossal Biosciences
A pesquisa teve início em 2021, quando a Revive and Restore reuniu um grupo de cientistas com o objetivo de "trazer de volta" o mamute-lanoso (Mammuthus primigenius). A previsão é de que nasça um filhote da espécie até 2028.
flickr - Thomas Quine
Entre 2013 e 2021, a iniciativa passou para a Colossal, que foi cofundada pelo geneticista de Harvard, George Church.
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O mamute-lanoso foi um grande mamífero habitou a Terra durante o Pleistoceno, período entre 2,5 milhões e 11,7 mil anos atrás, e foi dado como extinto há cerca de 4 mil anos.
wikimedia commons Juan Velasco
Não chega a ser tão incomum que pesquisadores encontrem carcaças desses animais nas tundras árticas.
pexels Boris Hamer
Em seu último comunicado, a empresa divulgou que as recentes descobertas podem contribuir não apenas para a recriação dos mamutes, mas também para proteger espécies ameaçadas de extinção.
wikimedia commons Ghedoghedo
A ideia é conseguir trazer de volta animais que desapareceram ao longo da história, como o lobo-da-tasmânia, que aparece nessa foto, e o dodô .
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Já o lobo-da-tasmânia, um marsupial listrado e carnívoro, desapareceu em 1936.
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A Revive and Restore tem como objeto de pesquisa o pombo-passageiro (foto), este ameaçado de extinção, e a doninha-de-patas-pretas.
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A empresa afirma que os benefícios que a biotecnologia pode trazer para espécies ameaçadas e ecossistemas serão transformadores.
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Em uma descrição, eles afirmam estar empenhados em "desenvolver softwares e tecnologias radicais para serem implementadas no avanço da ciência genômica".
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O projeto tem gerado polêmica no meio científico. Um argumento frequente contra a pesquisa controversa é de que ela pode ser uma utilização ineficiente dos recursos destinados à conservação.
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Isso ocasionaria o desvio de fundos valiosos que poderiam ser empregados na preservação de espécies que ainda estão em perigo.
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Além da Revival e da Colossal, há os projetos da Tauros e da Quagga, que usam uma técnica diferente da engenharia genética.
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Em 2023, cientistas conseguiram criar um clone do já extinto íbex-dos-pirenéus, a partir de amostras de DNA. Porém, o animal recriado sobreviveu apenas alguns minutos.
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