Raríssima lagosta azul é achada nos EUA

Por Flipar

O crustáceo foi pescado em julho por Brad Myslinski, capitão do barco Sophia & Emma, em Salem. Ele chegou ao centro graças à professora Dave Winchester, que decidiu doar o animal.
Reprodução/Northeastern YouTube
A lagosta costuma ser vermelha, mas algumas sofrem uma rara mutação genética que as deixam azul. essa coloração vibrante a torna mais visível a predadores, reduzindo suas chances de sobrevivência na natureza. Além disso, a pesca intensiva diminui ainda mais as chances de serem capturadas vivas.
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O Esturjão do Atlântico tem um visual "pré-histórico" e não é à toa, afinal, a espécie evoluiu de peixes que conviveram com os dinossauros. O registro na praia americana foi feito inicialmente por Allen Sklar, enquanto dirigia pela região, onde costuma passar:
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"Eu dirijo por ali cerca de 100 dias por ano e, portanto, vejo muitas coisas que os outros não veem. Este foi o segundo esturjão que vi em 27 anos dirigindo na ilha", contou à "Newsweek".
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Este animal costuma viver pouco mais do que 50 anos e pode alcançar até 4,3 metros. O Esturjão do Atlântico que foi encontrado na praia tinha cerca de um metro, indicando que ainda não estava na fase adulta. Somando todos os tipos, são cerca de 20 espécies de esturjão.
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ISÓPODE GIGANTE - Habitante das profundezas oceânicas, o isópode gigante se parece com uma versão ampliada dos "tatuzinhos-de-jardim". É raro porque vive a milhares de metros abaixo da superfície, onde é desafiador para humanos explorarem. Estudá-los ou observá-los em sua totalidade é complicado, sendo frequentemente encontrados apenas em expedições especializadas.
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LACRAIA DO MAR - Este é um verme marinho de grandes dimensões que vive em águas tropicais e subtropicais. É raro porque passa a maior parte do tempo escondido no fundo do mar, enterrado na areia ou lama, saindo apenas para capturar presas rapidamente com suas mandíbulas afiadas. Avistamentos naturais são raros e geralmente ocorrem durante mergulhos profundos.
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ORNITORRINCO - Nativo da Austrália, o ornitorrinco é uma das criaturas mais únicas do planeta, sendo o único mamífero que põe ovos e possui bico semelhante ao de um pato. Ele é raro porque habita áreas isoladas, como rios e córregos de água doce, e está ameaçado pela perda de habitat e poluição hídrica.
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AXOLOTE - Esse anfíbio mexicano é conhecido por sua aparência fofa, com uma expressão que lembra um sorriso, e sua incrível capacidade de regenerar partes do corpo, como membros, coração e até partes do cérebro. Ele é raro porque vive exclusivamente em dois lagos próximos à Cidade do México, sendo o habitat natural severamente reduzido pela urbanização e poluição.
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OCAPI - Parente das girafas, vive isolado nas florestas densas da República Democrática do Congo. Ele é raro porque é muito discreto, com hábitos solitários e noturnos, dificultando avistamentos. A perda de habitat causada pelo desmatamento e a mineração ilegal também afetam sua população. Além disso, está sob constante ameaça de caçadores ilegais, tornando sua conservação um grande desafio.
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NARVAL - Conhecido como "unicórnio do mar", o narval vive nas águas frias do Ártico e é famoso pela longa presa em forma de espiral, uma característica que ocorre mais comumente nos machos. Ele é difícil de ver porque habita áreas remotas e geladas, acessíveis apenas a expedições especializadas. Mudanças climáticas estão impactando suas rotas migratórias e presas, contribuindo para o aumento da vulnerabilidade dessa espécie.
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LÊMURE-DE-CAUDA-ANELADA - Símbolo de Madagascar, é facilmente reconhecido por sua cauda longa com anéis pretos e brancos. Ele é raro devido à destruição das florestas nativas de Madagascar, provocada por queimadas e agricultura. Sua população também está ameaçada pelo tráfico de animais. Como vive em grupos e se move rápido, mesmo em reservas, avistá-lo não é simples.
Imagem de Christel SAGNIEZ por Pixabay
AIE-AIE - Primata noturno de Madagascar que possui grandes olhos adaptados à vida na escuridão e um dedo médio extremamente longo para buscar insetos na madeira. É raro porque vive em florestas cada vez mais fragmentadas e está rodeado de superstição, sendo caçado pelos habitantes locais por crenças culturais. Sua aparência peculiar, muitas vezes associada à má sorte, contribui para sua perseguição e declínio populacional.
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FOSSA - Predador endêmico de Madagascar que combina características de felinos e mangustos. Ele é raro porque ocupa um nicho ecológico muito específico e requer grandes territórios intactos, sendo gravemente afetado pelo desmatamento. Além disso, seus hábitos elusivos e de caça noturna dificultam avistamentos. A expansão de atividades humanas no seu habitat continua ameaçando sua sobrevivência.
Chad Teer wikimedia commons
PEIXE-PAPAGAIO - Habitante vibrante dos recifes de coral, o peixe-papagaio usa seus dentes fusionados, semelhantes a bicos, para triturar corais e algas. Ele é raro porque depende da saúde dos recifes, um ambiente ameaçado pelo aquecimento global, poluição e pesca predatória. Como se mistura facilmente ao ambiente marinho colorido, encontrá-lo em mergulhos exige paciência e sorte.
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PANGOLIM - Um dos mamíferos mais traficados do mundo por causa de suas escamas, valorizadas em práticas medicinais e culinárias na Ásia. Ele é raro porque muitas populações já foram dizimadas pelo comércio ilegal, sendo encontrado apenas em algumas regiões da Ásia e África. Além disso, é noturno e solitário, o que dificulta avistamentos mesmo em áreas protegidas.
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SAOLA - Chamado de ?unicórnio asiático?, o saola é um antílope extremamente raro e esquivo, encontrado apenas nas florestas montanhosas do Vietnã e Laos. Sua raridade se deve ao habitat isolado e à destruição de florestas causada pela agricultura e expansão humana. É tão difícil de encontrar que só foi descoberto pela ciência em 1992, e os avistamentos na natureza são extremamente raros até hoje.
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