Resistência de superbactérias a antibióticos comuns faz OMS emitir alerta

Por Flipar

Essa é uma condição na qual as bactérias e outros microrganismos deixam de responder a antibióticos.
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Segundo o órgão, a RAM se tornou uma das dez maiores ameaças à saúde global atualmente.
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De acordo com o documento, 1 em cada 6 infecções bacterianas comuns em 2023 foi resistente a tratamentos, um aumento de mais de 40% entre 2018 e 2023.
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Foram avaliados 22 antibióticos e 8 tipos de bactérias responsáveis por infecções como as do trato urinário, gastrointestinal, corrente sanguínea e gonorreia.
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Mais de 40% das infecções com essas bactérias já são resistentes a cefalosporinas de 3ª geração, principais antibióticos usados nesses casos.
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Na África, esse percentual é ainda mais alarmante, chegando a 70% dos casos.
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Essa situação força o uso de antibióticos caros e de difícil acesso, chamados de "de última linha", sobretudo em regiões mais pobres.
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O monitoramento ainda é um desafio. Embora o número de países participantes do sistema GLASS tenha aumentado de 25 em 2016 para 104 em 2023, quase metade ainda não envia dados e muitos não têm infraestrutura laboratorial adequada.
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A preocupação não é a toa. Uma análise de 2019 estimou que as superbactérias foram responsáveis diretas por 1,27 milhão de mortes e indiretamente associadas a 4,95 milhões de óbitos.
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As projeções indicam que as mortes diretas por superbactérias podem chegar a 1,9 milhão anualmente até 2050.
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