Pesquisador desenvolve ‘cerveja vacinal’ e gera polêmica no meio científico
Por Flipar
E o virologista ainda foi além: em seu blog, ele disponibilizou instruções detalhadas para reproduzir a chamada ?cerveja vacinal?.
Manfred Richter/Pixabay
O conjunto de dados reúne tanto experimentos em camundongos quanto relatos de autoexperimentação humana.
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O virologista defende que a bebida poderia ser classificada como alimento ou suplemento, já que as leveduras utilizadas são amplamente consideradas seguras para consumo humano.
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Na visão dele, isso permitiria um caminho mais rápido até o público, sem a longa sequência de testes clínicos exigidos para vacinas convencionais.
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Caso a estratégia se confirme, poderia permitir vacinas mais baratas, fáceis de armazenar e de administrar, até mesmo em alimentos, com potencial aplicação contra outras doenças.
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No entanto, especialistas ressaltam que as evidências em humanos são muito limitadas, sem estudos clínicos nem avaliação adequada de efeitos colaterais.
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Os especialistas também temem que a "cerveja vacinal" alimente a desinformação e movimentos antivacina, prejudicando a confiança pública.
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Enquanto Buck aponta a lentidão burocrática como um obstáculo que custa vidas, bioeticistas defendem que o rigor regulatório é o que garante a segurança e a eficácia das imunizações.