Convulsão nem sempre é epilepsia e pode ou não ser algo grave; veja como agir
Por Flipar
Convulsão é uma manifestação neurológica causada por uma descarga elétrica anormal e excessiva no cérebro.
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Ela pode provocar movimentos involuntários do corpo, rigidez muscular, perda de consciência, salivação intensa, alterações na respiração e, em alguns casos, confusão mental após o episódio.
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?O paciente perde a consciência, não responde por si, cai no chão e tem movimentos rítmicos nos braços e nas pernas. A crise costuma durar entre 1 e 2 minutos", explicou ao g1 a médica neurologista Taíssa Ferrari Marinho.
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"Durante esse tempo, a pessoa não tem como se defender ou se proteger, o que pode causar quedas e machucados", acrescentou ela.
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Algumas situações que podem gerar convulsões são: epilepsia (a causa mais conhecida); pancadas fortes na cabeça; AVC (derrame); infecções no sistema nervoso, como meningite ou encefalite; crise de abstinência ou overdose.
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Especialistas costumam ressaltar que nem toda convulsão significa que a pessoa tem epilepsia.
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Durante uma convulsão, o mais importante é manter a calma e proteger a pessoa ? a maioria das crises dura de 1 a 3 minutos e para sozinha.
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Afaste objetos que possam causar ferimentos. Em seguida, coloque a pessoa de lado, se possível, para evitar aspiração de saliva ou vômito.
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Apoie a cabeça com algo macio; Nunca coloque nada na boca e não tente segurar os movimentos.
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Outra dica é marcar quanto tempo dura a crise ? em alguns casos, pode durar mais de 5 minutos. Essa informação é preciosa para os médicos.
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Após a crise, é normal que a pessoa acorde confusa, cansada ou com dor de cabeça.
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O ideal é ficar ao lado da vítima até que ela esteja totalmente orientada e recomende que ela busque avaliação médica, mesmo que já se sinta bem.
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?Se a crise durar mais de dois minutos ou não cessar espontaneamente, é sinal de que o cérebro não conseguiu reverter o quadro por conta própria. Nesse caso, o atendimento médico urgente é essencial?, destaca Taíssa.
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A primeira crise convulsiva exige avaliação hospitalar, mas pessoas com epilepsia que já conhecem seus gatilhos nem sempre precisam de atendimento imediato, se não houver complicações.