Por Flipar
O caso aconteceu no vilarejo de Llandegfan, na ilha de Anglesey, que fica no noroeste do País de Gales.
Essa ilha tem, inclusive, o título de Área de Destacada Beleza Natural, concedido a locais bem preservados e importantes do Reino Unido.
O animal encontrado por Gary é da espécie gafanhoto-do-campo, que, geralmente, aparece nas cores verde ou marrom (ou ambas combinadas).
A cor rosa se deve a uma mutação genética chamada de eritrismo, quando o gafanhoto produz em maior quantidade uma proteína avermelhada.
O rosa acaba dificultando a proteção do animal porque a cor se destaca entre a folhagem. Gafanhotos verdes, por outro lado, conseguem se esconder facilmente na plantação para escapar de predadores.
Seus inimigos naturais são outros insetos, pássaros, algumas aves, roedores e pequenos mamíferos (inclusive morcegos, os temidos mamíferos voadores).
Uma curiosidade que vale para todos os gafanhotos: eles se comunicam por meio de um som gerado pelo atrito de suas asas, quando uma encosta na outra.
Esse som é fundamental no acasalamento, pois ele é útil na fase de aproximação entre o macho e a fêmea.
Os gafanhotos – sejam rosa ou verdes – também têm características físicas em comum: 3 pares de pernas, 1 par de antenas e 2 pares de asas, que os protegem e os ajudam a saltar mais longe.
Como os gafanhotos são herbívoros (se alimentam de plantas), eles costumam ser classificados como pragas por causarem prejuízos em plantações.
A ‘nuvem’ de gafanhotos avança quando as condições são favoráveis: tempo seco e quente, com vento.