Por Flipar
O mais rejeitado é o de berinjela, visto como inapropriado por 91% dos entrevistados.
Em seguida, os emojis mais inconvenientes são o de cocô, apontado por 82% dos entrevistados, e o de pêssego, com 81%.
Outros símbolos desaprovados incluem o beijo de batom, os pingos de suor, o coração vermelho e o famoso “foguinho”.
Outros emojis foram apontados como problemáticos por ofensa ou ambiguidade, como o da caveira, que pode significar “morte” ou “morrendo de rir”.
O tradicional “olhinhos para o lado”, por sua vez, pode ser visto como um olhar desconfiado ou dissimulado.
No total, 27% dos entrevistados já se sentiram ofendidos por um emoji em mensagens de trabalho, enquanto 65% evitam usá-los por medo de má interpretação.
A pesquisa mostra ainda que 33% das pessoas já usaram emojis para reagir a notícias ruins no trabalho.
A origem dos emojis como são conhecidos hoje remonta ao fim da década de 1990, no Japão.
A verdadeira revolução global dos emojis aconteceu quando a Apple, reconhecendo o potencial do mercado japonês, incluiu um teclado de emoji em seu iPhone por padrão a partir de 2011.
Desde então, os emojis evoluíram não apenas em quantidade, mas também em diversidade, passando a representar diferentes tons de pele, gêneros, profissões e aspectos culturais.