Por Flipar
O exemplo central é Schoonschip, comunidade flutuante em Amsterdã que sofreu com uma forte tempestade em 2022.
Na ocasião, o local permaneceu estável ao subir e descer com a água, reforçando a sensação de segurança dos moradores.
A busca por moradias desse tipo cresce em um país que é densamente povoado e com grande parte do território abaixo do nível do mar.
Essa demanda crescente tem feito as autoridades holandesas a atualizar leis e incentivar a expansão das moradias flutuantes.
Projetos holandeses, inclusive, passaram a influenciar iniciativas internacionais, desde países europeus até as Maldivas e a Polinésia Francesa.
As casas flutuantes diferem das casas-barco por serem fixadas a postes de aço e conectadas às redes públicas de saneamento e eletricidade.
Outro exemplo é Roterdã, que tem 90% do seu território abaixo do nível do mar.
A cidade abriga o maior edifício comercial flutuante do mundo e uma fazenda flutuante, incorporando esse modelo urbano à sua estratégia climática.