Quando a realidade parece ficção: Empresa congela pessoas no fim para ‘reanimá-las’ no futuro

Por Flipar

A empresa foi cofundada pelo brasileiro Fernando Azevedo Pinheiro, juntamente com Emil Kendziorra.

divulgação/Tomorrow Bio

O processo para ter o corpo congelado e “ressuscitado” pela empresa alemã tem um custo alto: US$ 200 mil (cerca de R$ 1,2 milhão).

Brett Hondow/Pixabay

O processo de criônica tem início quando um médico dá a confirmação de que um paciente cadastrado está nos seus últimos dias de vida.

Alexander Grey/Pixabay

A empresa realiza a criopreservação no próprio local, com uma ambulância adaptada. Contudo, ninguém voltou com sucesso até hoje.

montagem/reprodução

Apesar das críticas, a empresa segue com suas ambições, inspirada em casos como o da sueca Anna Bagenholm, que aconteceu em 1999, na Noruega.

reprodução/youtube

Ela sofreu um acidente enquanto praticava esqui na neve durante as férias e ficou presa durante 80 minutos na água congelada. Depois, teve uma parada cardiorrespiratória e morreu.

Flickr Mihály Sági

Anna Bagenholm foi reanimada após passar duas horas clinicamente morta. Após acordar paralisada do pescoço para baixo, ela passou dois meses em cuidados intensivos e se recuperou quase totalmente, embora tenha ficado com leves sequelas nas mãos e pés.

reprodução/youtube

A água corporal é substituída por um fluido crioprotetor à base de dimetilsulfóxido (DMSO) e etilenoglicol. Em seguida, o corpo é resfriado rapidamente até -125°C e, depois, lentamente até -196°C.

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Empresas como a norte-americana Cryonics Institute, que existe desde 1976, reportam crescimento no interesse, impulsionado por eventos como a pandemia de covid-19.

divulgação/Cryonics Institute

Agora, a Tomorrow Bio visa preservar estruturas neurais e alcançar a criopreservação reversível até 2028. “Estou bastante confiante em dizer que a probabilidade é maior do que a cremação, se não houver mais nada”, ressaltou Kendziorra.

divulgação/tomorrow bio

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