Por Flipar
A mostra destaca ainda que as mulheres compunham metade da classe dos samurais e, embora raramente lutassem, eram pilares essenciais da ordem de elite.
Os samurais surgiram no Japão feudal entre os anos 1100 e 1600, quando eram contratados por famílias ricas como seguranças particulares.
Com o tempo, os samurais se tornaram a elite militar e política do país, servindo a senhores conhecidos como daimy?.
O coração da identidade desses guerreiros era o Bushido, ou “Caminho do Guerreiro”, um código de conduta rigoroso que valorizava a lealdade absoluta ao senhor feudal, a coragem, a honra e a autodisciplina.
Um ponto central de sua filosofia era a visão da morte: preferiam o suicídio ritual, o seppuku, a enfrentar a desonra ou a captura.
Aqueles que perdiam seu mestre e vagavam sem clã eram conhecidos como ronin, figuras frequentemente romantizadas na literatura e no cinema como heróis solitários ou mercenários.
Já no início do século 20, sob pressões políticas e coloniais, a imagem do samurai foi manipulada para fortalecer a identidade nacional japonesa.
Algumas das principais obras da cultura pop que retratam samurais incluem o filme “Os Sete Samurais”, de 1954, o anime “Rurouni Kenshin” (ou “Samurai X”) e a série de TV “Xógum: A Gloriosa Saga do Japão“, de 2024.