Por Flipar
Apesar do brilho e da euforia na Sapucaí, a história do Carnaval também é marcada por acidentes envolvendo carros alegóricos e falhas operacionais. Relembre alguns episódios marcantes!
Em 20 de abril de 2022, Raquel Antunes, de 11 anos, ficou imprensada entre um poste e um carro alegórico da Em Cima da Hora, escola da Série Ouro (antigo Grupo de Acesso), no Sambódromo do Rio.
A menina perdeu uma perna e teve uma grave lesão no tórax. Ela chegou a ficar dois dias no hospital, mas não resistiu.
Em 26 de fevereiro de 2017, 20 pessoas foram imprensadas por uma alegoria desgovernada da Paraíso do Tuiuti, no Rio. O carro bateu na grade do setor 1 da Marquês de Sapucaí quando fazia uma curva.
Entre as pessoas atingidas, uma morreu, dois meses depois, quando o estado de saúde se agravou em consequência das lesões: a radialista Elizabeth Ferreira Joffe, de 55 anos.
A fotógrafa Lúcia Mello teve traumatismo craniano, fratura exposta e esmagamento da perna esquerda. Fez 17 cirurgias e passou quatro meses internada, até conseguir ter alta.
Também em 2017, mas na madrugada do dia 28 de fevereiro, uma estrutura desabou num carro alegórico da Unidos da Tijuca durante a apresentação.
Em 2019, um homem que empurrava o abre-alas da Portela ficou imprensado entre duas partes do carro alegórico durante um tumulto na dispersão e precisou ser hospitalizado, com escoriações.
Em março de 2003, a atriz Neuza Borges caiu de um carro alegórico da Unidos da Tijuca: uma altura de 4 metros. Ela sofreu fraturas e teve que colocar 22 parafusos na bacia e uma placa de titânio em um dos joelhos.
Em 1992, um carro alegórico da Viradouro pegou fogo quando cruzava a área da dispersão, na Apoteose. Havia 22 pessoas em cima, mas ninguém se feriu.
A atriz Leila Amorim, destaque na alegoria, se jogou e foi amparada por integrantes da escola. Esse é considerado o maior incêndio num desfile na Sapucaí do Rio de Janeiro.