Pesquisador desenvolve ‘cerveja vacinal’ e causa polêmica no meio científico

Por Flipar

E o virologista ainda foi além: em seu blog, ele disponibilizou instruções detalhadas para reproduzir a chamada ?cerveja vacinal?.

Manfred Richter/Pixabay

O conjunto de dados reúne tanto experimentos em camundongos quanto relatos de autoexperimentação humana.

Wkimedia Commons/Amirekul

O virologista defende que a bebida poderia ser classificada como alimento ou suplemento, já que as leveduras utilizadas são amplamente consideradas seguras para consumo humano.

Frank Luca/Unsplash

Na visão dele, isso permitiria um caminho mais rápido até o público, sem a longa sequência de testes clínicos exigidos para vacinas convencionais.

Freepik

Caso a estratégia se confirme, poderia permitir vacinas mais baratas, fáceis de armazenar e de administrar, até mesmo em alimentos, com potencial aplicação contra outras doenças.

Imagem Freepik

No entanto, especialistas ressaltam que as evidências em humanos são muito limitadas, sem estudos clínicos nem avaliação adequada de efeitos colaterais.

CDC/Unsplash

Os especialistas também temem que a “cerveja vacinal” alimente a desinformação e movimentos antivacina, prejudicando a confiança pública.

Freepik/rawpixel.com

Enquanto Buck aponta a lentidão burocrática como um obstáculo que custa vidas, bioeticistas defendem que o rigor regulatório é o que garante a segurança e a eficácia das imunizações.

Reprodução do X @UFHealthCancer

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