“Alice no País das Maravilhas”: a origem e o legado da obra de Lewis Carroll

Por Flipar

Lewis Carroll era o pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson, um matemático britânico nascido em 27 de janeiro de 1832, em Daresbury, Inglaterra, que passou a maior parte de sua vida como professor na Christ Church, na Universidade de Oxford.

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O manuscrito original recebeu o título ?Alice?s Adventures Under Ground? e foi feito para que Alice Liddell tivesse a história por escrito.

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Em 1871, Carroll publicou a continuação intitulada ?Alice Através do Espelho e O Que Ela Encontrou Por Lá?. A obra ampliou o universo ficcional e, embora tenha narrativa própria, complementou o primeiro livro em temas e estrutura.

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Durante a vida do autor, as vendas alcançaram cerca de 180 mil exemplares e, com o passar do tempo, foi traduzida para mais de 125 idiomas e ultrapassou 100 edições na língua inglesa.

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?Alice no País das Maravilhas? também recebeu diversas adaptações para teatro, televisão e cinema. A primeira adaptação cinematográfica ocorreu em 1903, um filme mudo dirigido por Cecil Hepworth e Percy Stow.

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A primeira adaptação com som foi dirigida por Bud Pollard em 1931.

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Entre as adaptações mais conhecidas está a animação ?Alice no País das Maravilhas?, lançada em 1951 pelo estúdio Walt Disney;

Reprodução/ Alice no País das Maravilhas

A obra também inspirou produções televisivas, como a série ?Era Uma Vez no País das Maravilhas?, derivada do universo de ?Era Uma vez?, série que adaptava contos da Disney.

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Até hoje, ?Alice no País das Maravilhas? segue como um dos livros mais adaptados da literatura inglesa e continua objeto de estudo em instituições acadêmicas, além de integrar diversas listas de leitura escolar em vários países.

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