Por Flipar
Conhecido como “Gigante Amazônico” ou “Bacalhau da Amazônia”, o pirarucu é protagonista de pratos tradicionais, como o filé de pirarucu.
Hoje, o peixe amazônico já aparece em rios de cinco Estados longe de seu habitat original: São Paulo, Bahia, Minas Gerais e regiões pantaneiras de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A corporação alerta que, por se tratar de uma espécie predadora de grande porte sem rivais naturais nessas novas regiões, ela representa uma ameaça à fauna aquática nativa.
Sobre a anatomia do pirarucu, suas escamas são tão duras que servem como proteção natural contra predadores, inclusive piranhas.
O nome Pirarucu é de origem Tupi, combinando pirá (“peixe”) e uruku (referência à cor vermelha extraída do urucum, presente nas bordas das suas escamas).
Isso acontece porque ele tem uma bexiga natatória modificada que funciona como um pulmão, permitindo captar oxigênio atmosférico.
Essa dependência do ar faz com que o peixe realize subidas regulares à superfície, o que, por muito tempo, facilitou sua captura.