Atores vivos e ‘porta misteriosa’: veja curiosidades sobre ‘Chaves’

Por Flipar

Florinda Meza (Dona Florinda e Pópis) ? Suas personagens foram duas das mais marcantes do seriado. Na vida real, foi casada com Bolaños, que morreu em 2014.

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Carlos Villagrán (Quico) ? Após deixar o programa por desavenças com Bolaños, Villagrán seguiu carreira solo com o personagem e ainda participa de eventos ligados à série até hoje.

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María Antonieta de las Nieves (Chiquinha e Dona Neves) ? Detém o recorde mundial de atriz que interpretou o mesmo personagem por mais tempo. Ainda se apresenta em shows.

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Édgar Vivar (Senhor Barriga e Nhonho) ? Até hoje, continua ativo no teatro e na dublagem, além de interagir frequentemente com fãs nas redes sociais.

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Ana Lilian de la Macorra (Paty) ? Mesmo tendo participado pouco do seriado, Paty ficou marcada entre os fãs. A atriz deixou a TV e hoje atua como psicóloga, mas ainda guarda boas lembranças da época.

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Nos últimos dias, o retorno de “Chaves” vem sendo anunciado por diversos streamings disponíveis no Brasil. Veja algumas curiosidades surpreendentes do seriado!

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Lugares marcantes ? Os cenários mais frequentes de “Chaves” eram o pátio central da vila, os apartamentos do Seu Madruga (nº 72) e da Dona Florinda (nº 14), além da sala de aula do Professor Girafales.

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Porta misteriosa ? No pátio principal, havia uma escada que dava acesso ao segundo andar da vila, onde uma porta ficava sempre fechada. Raramente os personagens subiam ou desciam por ali.

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Cenário fictício ? A vila de “Chaves” nunca existiu fisicamente: ela foi inspirada nos bairros populares da Cidade do México e inteiramente construída nos estúdios da Televisa.

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Foram raros os episódios em que os atores apareceram fora dos estúdios. Um deles, o da famosa viagem para Acapulco, é um dos mais lembrados pelos fãs.

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Atenção aos detalhes ? Já reparou em mudanças nas cores das paredes ou objetos diferentes na decoração do cenário? Isso acontecia por conta do cenário, que era frequentemente desmontado e remontado.

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Segundo o site oficial de Chespirito, o personagem não vivia dentro do barril, como muitos pensavam, mas sim na casa nº 8 (que nunca foi mostrada).

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O barril, de acordo com a descrição do programa, era usado como refúgio para que Chaves pudesse “pensar, chorar ou sonhar”.

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