Por Flipar
Além disso, os pesquisadores levantam a hipótese de que esses apitos foram projetados para representar Ehecatl, o deus asteca do vento.
Outra hipótese é de que seu som perturbador poderia simbolizar os ventos gélidos e cortantes que atravessam o submundo asteca de Mictlan. Essa não foi a primeira vez que os astecas foram associados a sacrifícios humanos. Em 2019, arqueólogos descobriram um templo dedicado ao deus Xipe Totec no México, que era ligado a essa prática.
Os astecas foram uma civilização mesoamericana que habitou a região do atual México entre os séculos 14 e 16.
Originários de uma região lendária chamada Aztlán, eles se estabeleceram no Vale do México, onde construíram sua capital, Tenochtitlán, sobre uma ilha no Lago Texcoco.
Atualmente, no local onde antes ficava Tenochtitlán, está situada a Cidade do México.
Os astecas foram conhecidos por sua complexa organização política, social e religiosa, além de suas impressionantes contribuições culturais e arquitetônicas.
Sua sociedade era dividida em diferentes classes sociais, com o imperador no topo, seguida por nobres, sacerdotes, comerciantes, artesãos e, na base da pirâmide social, os camponeses e escravos.
A religião desempenhava um papel central na vida dos astecas. Eles eram politeístas e adoravam várias divindades, como Huitzilopochtli, o deus da guerra e do sol (foto), e Tlaloc, o deus da chuva.
A chegada dos espanhóis, liderados por Hernán Cortés, em 1519, marcou o início do fim do império asteca.