Por Flipar
A situação do lago estava crítica por conta de intervenções humanas como diques, barragens e sistemas de irrigação que alteraram o fluxo natural da água.
Essas estruturas reduziram a renovação hídrica do lago, provocando queda na qualidade da água e perda da capacidade natural do ecossistema de se autorregular.
Com o tempo, esse processo gerou efeitos em cascata, afetando plantas aquáticas, invertebrados, peixes e aves.
A queda do nível de água também favoreceu problemas como proliferação de algas e redução dos estoques pesqueiros.
O projeto de revitalização, executado ao longo de seis anos, conseguiu reverter esse cenário ao focar na remoção de barreiras físicas e na reabertura estratégica de canais assoreados.
Além disso, foi criado um circuito de circulação de aproximadamente 11 quilômetros, reforçando a ligação com áreas vizinhas, como o lago Kahul.
Essas intervenções não significaram apenas mais volume de água, mas uma renovação contínua, essencial para a estabilidade ecológica do lago.
Além dos ganhos ambientais, a revitalização trouxe benefícios diretos às comunidades locais, como maior disponibilidade de água para irrigação.
Também trouxe melhores condições para a pesca, redução do risco de inundações e potencial para atividades econômicas ligadas ao turismo.
Ele nasce na Alemanha, na região da Floresta Negra, a partir da confluência dos rios Brigach e Breg, e percorre a Europa Central até desaguar no Mar Negro, na Romênia.
Do ponto de vista econômico, o Danúbio é uma das principais hidrovias do continente, integrando o sistema de navegação europeu que liga o Mar Negro ao Mar do Norte por meio de canais artificiais, como o Reno?Meno?Danúbio.
Ambientalmente, o Danúbio abriga uma enorme diversidade de ecossistemas, reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO.