Ciência desvenda mistério de ‘dragão japonês’ achado no século 15

Por Flipar

Segundo relatos passados de geração em geração, Ashikaga visitava o templo Todai-ji quando um monge relatou ter avistado um pequeno ser com aparência de dragão, ressecado pelo sol.

Wikimedia Commons/Wiiii

O xogum teria então recolhido os restos mortais e decidido preservá-lo como uma relíquia.

yamabon/Pixabay

Um estudo recente revelou que a criatura era, na verdade, uma fêmea de marta ? um pequeno mamífero peludo da mesma família das doninhas, comum nas regiões central e sul do Japão.

Wikimedia Commons/Dani Kropivnik

“Os dois pré-molares são claramente visíveis, e essa característica indica que se trata de uma espécie do gênero Martes”, indicaram os cientistas.

Wikimedia Commons/MAKY.OREL

Naquela época, o templo Todai-ji passava por reformas, o que leva a crer que a marta tenha entrado no local, ficado presa e, com o tempo, mumificada naturalmente.

Wikimedia Commons/Hyppolyte de Saint-Rambert

Encontrada em florestas da Europa e Ásia, a marta é um mamífero ágil, de corpo esguio, patas com garras afiadas e caudas longas.

Manfred Antranias Zimmer/Pixabay

A pelagem espessa desse animal já foi muito valorizada na indústria de peles, o que levou a espécie a ser caçada intensamente no passado.

Andrea Bohl/Pixabay

Elas se alimentam de pequenos mamíferos, aves, insetos, ovos e também frutas, sendo considerada uma oportunista na dieta.

Wikimedia Commons/?????? ?????????

Hoje, algumas espécies de martas são protegidas por leis de conservação devido ao risco de extinção em certas regiões.

Georg Wietschorke/Pixabay

As martas apresentam uma característica peculiar chamada de “implantação retardada”: após o acasalamento, o embrião só se fixa no útero meses depois, fazendo com que o nascimento ocorra em uma época mais favorável do ano, geralmente na primavera.

Dieter/Pixabay

Veja mais Top Stories