Tecnologia transforma cinzas de mortos em disco de vinil

Por Flipar

Estima-se que uma colher de chá de cinzas seja suficiente para um disco de vinil.

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É possível compactar suas cinzas em um LP com o conteúdo de sua escolha: uma seleção de músicas emocionantes, uma piada ou qualquer outra coisa que sua mente criativa decidir que caiba nos limitados 24 minutos de reprodução.

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Jason Leach, que também é produtor musical, chegou a gravar dois discos com cinzas humanas por mês.

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“Claro, há aqueles que acham isso estranho, até assustador, mas a maioria das pessoas muda de ideia”, diz Leach.

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O produtor já tem planos inclusive para o próprio disco. O vinil de Leach deve incluir declarações dele, de sua companheira e das duas filhas, além de algumas composições de sua autoria.

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E não é possível fazer só vinis com as cinzas de falecidos. Na Suíça, um homem de 37 anos garantiu que seus restos se transformem em um diamante.

divulgação ALGORDANZA

O homem investiu R$ 1,2 milhão e criou uma empresa com o próprio professor para realizar o ?desejo?, a Algordanza.

divulgação ALGORDANZA

Em seu laboratório, ele consegue produzir pedras a partir de cinzas em semanas.

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Cerca de 85 diamantes são produzidos por mês e chegam a custar entre R$ 11,3 mil e R$ 51,6 mil.

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Em Santa Fé, nos Estados Unidos, Justin Crowe, usa cinzas de cremação como matéria-prima para produzir cerâmica.

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A linha de produtos da empresa de Crowe produz vasos, joias, luminárias, velas e até canecas de café.

divulgação CHRONICLE CREMATION

Os preços variam de US$ 195 (R$ 940) para um colar até US$ 995 (R$ 4.795) para um vaso grande.

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O empresário contou que já recebeu alguns pedidos inusitados, como uma mulher que queria transformar as cinzas de sua irmã e de dois cachorros em xícaras de café.

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