Por Flipar
Sua carapaça rosada, combinada com pelos claros, explica o apelido curioso. De acordo com informações do governo de Mendoza, o pequeno mamífero vive quase sempre sob a terra, escavando túneis em solos arenosos e saindo principalmente à noite para se alimentar de insetos.
Autoridades ambientais destacaram a importância do avistamento. O diretor de Biodiversidade e Ecoparque, Ignacio Haudet, afirmou que cada registro indica que o ecossistema segue funcionando. E, falando em tatus…
A característica mais marcante dos tatus é a sua carapaça, composta por placas ósseas unidas por faixas flexíveis de pele. Essa estrutura serve como uma eficaz proteção contra predadores, além de auxiliar na regulação da temperatura corporal.
Outra espécie notável é o tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), que possui a habilidade única de se enrolar completamente em uma bola para se proteger de ameaças.
O tatu-bola é encontrado principalmente no Brasil, nas regiões da Caatinga e Cerrado. Essa espécie está ameaçada de extinção devido à perda de habitat e à caça. Foi o mascote da Copa do Mundo de 2014, aliás.
O tatu-canastra (Priodontes maximus) é a maior espécie de tatu, podendo chegar a 1,5 metro de comprimento e pesar até 60 kg. Ele vive em florestas tropicais da América do Sul e é considerado vulnerável à extinção.
Os tatus desempenham um papel importante no ecossistema, principalmente por suas habilidades de escavação, que ajudam na aeração do solo e na criação de refúgios que outros animais utilizam.
Para terminar, uma curiosidade: algumas espécies ? como o tatu-galinha ? dão à luz a filhotes geneticamente idênticos. Isso ocorre porque, normalmente, essa espécie gera gêmeos a partir de um único óvulo fecundado que se divide.