Vaticano lidera consumo de vinho e basílica usa padrão exclusivo

Por Flipar

No território, o vinho não é apenas uma preferência cultural: ele é elemento essencial da liturgia católica. Por isso, há atenção especial às garrafas que serão usadas em celebrações, desde a origem da uva até o método de produção.

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O chamado vinho de missa precisa cumprir regras específicas, sendo natural, puro de uva, sem adições indevidas e tradicionalmente mais escuro que vinhos comuns. Esse cuidado garante qualidade, simbolismo e respeito às normas religiosas.

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Outra regra: o vinho precisa ser feito apenas com uvas bem maduras e não pode levar nenhum tipo de conservante, corante, açúcar ou outros aditivos.

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Além disso, o teor alcoólico não pode passar de 18 graus, conforme regras definidas pelo Concílio de Florença, em 1438.

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A vinícola Heras Cordón, na região de Rioja, na Espanha, é uma das fornecedoras oficiais de vinho litúrgico ao Vaticano, reconhecida por atender critérios rigorosos da Igreja. Embora seja a mais famosa, não há exclusividade, e outros produtores também são certificados.

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O vinho tem um papel central na liturgia cristã, simbolizando o sangue de Cristo durante a consagração na Santa Missa.

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Também conhecido como vinho eucarístico, o vinho de missa é um tipo especial de vinho utilizado em celebrações religiosas, principalmente na Eucaristia da Igreja Católica.

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Em casos excepcionais, pode-se usar mosto de uva (suco não fermentado) para missas com restrições alcoólicas, mas isso requer autorização eclesiástica.

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