Por Flipar
“A demanda pelos parques emblemáticos permanece alta e, para o tipo de viagens que oferecemos, o ingresso mais caro representa um percentual relativamente pequeno do custo total da viagem”, justificou.
Mesmo assim, Jackson observa que alguns turistas estrangeiros podem acabar escolhendo destinos menos famosos, onde a sobretaxa não existe, como o Parque Nacional de Canyonlands por exemplo.
Para Dulani Porter, vice-presidente executiva da empresa de marketing turístico SPARK, a questão vai além do preço dos ingressos: “O turismo excessivo é fundamentalmente uma questão sistêmica”.
Ela lembra que o grande fluxo de pessoas em parques como Parque Nacional de Zion e Yosemite está fortemente ligado a fatores internos dos Estados Unidos, como as férias de verão, os calendários escolares e as limitações da infraestrutura, incluindo estradas e estacionamentos.
Ela também destaca possíveis impactos econômicos nas cidades próximas aos parques, já que turistas internacionais costumam gastar mais durante as viagens, contribuindo significativamente para hotéis, restaurantes e empresas de turismo locais.