Projeto de lei que define a guarda compartilhada de pets em casos de divórcio é aprovada pelo Senado
Por Flipar
Para que a guarda seja dividida, o animal deve ser considerado de "propriedade comum", ou seja, ter convivido com ambos durante a maior parte de sua vida.
Chewy/Unsplash
A decisão judicial deverá considerar aspectos como as condições do ambiente oferecido ao animal, o cuidado dedicado, a capacidade de sustento e a disponibilidade de tempo de cada responsável.
Reprodução/Freepik
As despesas rotineiras, como alimentação e higiene, ficarão sob responsabilidade de quem estiver com o pet no período, enquanto gastos maiores, como consultas veterinárias e medicamentos, deverão ser compartilhados.
Angel/Pixabay
O texto do projeto também prevê situações em que a guarda compartilhada não será permitida, como em casos de violência doméstica, risco à integridade familiar ou maus-tratos ao animal.
Pexels/Cats Coming
Nesses casos, a responsabilidade ficará exclusivamente com a outra parte, e o agressor deverá quitar eventuais pendências relacionadas ao pet. Além disso, a proposta autoriza que um dos tutores desista da guarda compartilhada.