Placas veiculares ‘padrão Mercosul’ têm diferenças sutis; saiba quais são e entenda o projeto que busca alterar modelo brasileiro

Por Flipar

No território brasileiro, o novo padrão passou a ser obrigatório em 1º de dezembro de 2018 para veículos novos e em situações específicas, como transferência de município ou substituição da placa. O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a implementar o sistema, funcionando como um "teste" antes da expansão gradual para outras unidades da federação.
Reproduc?a?o/TV Globo
Atualmente, a placa brasileira apresenta fundo branco, faixa azul superior, o nome do país acompanhado da bandeira nacional e o emblema do Mercosul. Outro elemento obrigatório é o QR Code, que permite verificar autenticidade, rastreamento e dados do veículo por meio de um sistema eletrônico de segurança.
Divulgac?a?o/Denatran
A principal diferença das placas uruguaias em relação ao padrão brasileiro está na sequência alfanumérica, composta por três letras seguidas de quatro números no caso de veículos particulares (formato ABC 1234).
Reproduc?a?o/Ebay
Por fim, o Paraguai utiliza o mesmo estilo visual básico, com o nome do país centralizado na faixa azul superior, o símbolo do bloco e a bandeira nacional no canto direito. A sequência alfanumérica varia conforme o tipo de veículo: automóveis utilizam quatro letras seguidas de três números, enquanto motocicletas adotam a ordem inversa.
Reprodução/Corte Suprema de Justicia
Paralelamente, tramita no Congresso brasileiro um projeto de lei que propõe o retorno da identificação do estado e do município nas placas, além da inclusão da bandeira da unidade federativa. A proposta foi aprovada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reproduc?a?o/Detran-AM
Segundo o senador Esperidião Amin, autor da iniciativa, a medida pode facilitar a identificação da origem dos veículos em situações como infrações, furtos e roubos. Relator da proposta, o deputado Hugo Leal, destacou que a mudança pode reforçar o vínculo cultural e regional associado às placas. O projeto não exige substituição das placas já existentes, valendo apenas para novos registros realizados após eventual aprovação da lei, o que evita custos adicionais.
Divulgac?a?o/Detran

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