Crescem casos de AVC entre pessoas mais novas; jovem é diagnosticado após dor de cabeça forte

Por Flipar

Os sintomas surgem de maneira súbita e exigem atenção imediata. Os sinais mais comuns incluem a perda de força ou dormência em um lado do corpo, dificuldade na fala, boca torta e visão turva. Dor de cabeça intensa e abrupta, sem causa aparente, também serve como um alerta importante.
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"A dor de cabeça que precede o AVC é aguda desde o início. No entanto, dores fortes de cabeça precisam sempre ser investigadas porque nem sempre o início vem com os sintomas seguintes, que são as alterações na visão, movimentos", explicou Orlando Maia.
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Diversos fatores de risco contribuem para o surgimento do AVC. A hipertensão arterial é a maior vilã, seguida pelo diabetes, colesterol alto, tabagismo e sedentarismo. O consumo excessivo de álcool e o estresse crônico também elevam as chances de um episódio.
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Em estudos recentes, médicos observam um aumento de casos entre jovens devido ao uso de substâncias ilícitas, anabolizantes e dietas ricas em ultraprocessados. A prevenção se baseia na adoção de hábitos saudáveis e no controle rigoroso das doenças crônicas.
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O tratamento varia conforme o tipo e o tempo de evolução do evento. No AVC isquêmico, médicos utilizam medicamentos para dissolver coágulos e restabelecer a circulação cerebral quando o atendimento ocorre dentro da janela terapêutica adequada. Em alguns casos, procedimentos por cateter removem o trombo.
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No AVC hemorrágico, o foco do tratamento envolve controle da pressão arterial, redução do sangramento e, em determinadas situações, cirurgia. Em qualquer cenário, atendimento rápido reduz sequelas e mortalidade. As sequelas variam conforme a extensão da lesão cerebral.
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A prática regular de exercícios físicos, a manutenção de um peso adequado e uma alimentação balanceada são essenciais. Além disso, o acompanhamento médico periódico permite identificar problemas silenciosos, como a arritmia cardíaca, que pode enviar coágulos para o cérebro.
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