De Beatles a Prince, ‘Rolling Stone’ elege os 100 melhores solos de guitarra da história

Por Flipar

9º) Funkadelic ("Maggot Brain"): Eddie Hazel recebeu de George Clinton uma instrução simples antes de gravar: tocar como se acabasse de saber que sua mãe havia morrido. O resultado é um solo de dez minutos de pura catarse, construído sobre uma base minimalista e capaz de comover até quem nunca ouviu uma nota de funk na vida.
Divulgac?a?o/Bruce Talamon
8º) Steely Dan ("Kid Charlemagne"): O solo de "Kid Charlemagne", executado pelo guitarrista Larry Carlton, é um dos mais admirados entre músicos e críticos especializados. Fluido, inventivo e com uma sofisticação harmônica que flerta com o jazz, ele elevou o nível do que uma guitarra poderia fazer dentro de uma produção de rock sofisticado.
Wikimedia Commons/Kenneth C. Zirkel
6º) Chuck Berry ("Johnny B. Goode"): Antes de qualquer conversa sobre solos de guitarra no rock, há Chuck Berry. A abertura de "Johnny B. Goode" é uma das frases mais copiadas, citadas e celebradas da música popular, e o solo que se segue estabeleceu a linguagem do rock and roll para todas as gerações que vieram depois.
Domínio Público
5º) Van Halen ("Eruption"): Com apenas 1 minuto e 42 segundos, "Eruption" mudou para sempre o que se esperava de um guitarrista de rock. Eddie Van Halen apresentou ao mundo uma técnica de tapping que parecia impossível à época, e o que era para ser uma simples introdução de show se tornou uma das gravações mais influentes da história da guitarra elétrica.
Flickr - Abby Gillardi
3º) The Eagles ("Hotel California"): O solo duplo de Joe Walsh e Don Felder no encerramento de "Hotel California" é um dos mais reconhecíveis da história do rock. Construído em camadas e executado em perfeita sintonia entre os dois guitarristas, ele encerra a canção com uma elegância melódica que poucos solos conseguiram replicar.
Reprodução/X
2º) Jimi Hendrix ("Machine Gun"): Registrada ao vivo no dia 1º de janeiro de 1970, "Machine Gun" é uma das demonstrações mais brutas e geniais do que Hendrix era capaz. O solo usa a guitarra como instrumento narrativo para evocar o horror da guerra do Vietnã ? com sons que imitam tiros, explosões e gritos ? numa performance que mistura política, dor e virtuosismo de forma inigualável.
Divulgação
1º) Prince ("Purple Rain"): O solo de Prince na faixa-título de seu álbum mais célebre é amplamente considerado um dos momentos mais emocionalmente devastadores da história da guitarra. Gravado ao vivo, com erros propositalmente preservados, ele combina técnica apurada e entrega visceral numa performance que transcende o virtuosismo e chega perto do sagrado.
Reprodução/Facebook

Veja mais Top Stories