No entanto, com a modernização do setor elétrico e a adoção de fontes mais eficientes, o complexo entrou em declínio a partir dos anos 1960. Em 1974, a usina foi definitivamente desativada, o que levantou debates sobre o destino do edifício, já considerado parte importante da memória arquitetônica da cidade. A possibilidade de demolição chegou a ser cogitada, mas a mobilização da sociedade civil e de setores culturais garantiu a preservação do espaço.