Desenrola Brasil dá até 90% de desconto em dívidas e bloqueia acesso às apostas esportivas dos beneficiados

Por Flipar

Na prática, o programa permite que consumidores regularizem dívidas atrasadas em condições consideradas mais acessíveis. Entre os débitos que podem ser renegociados estão contas de cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais.
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O novo modelo prevê juros limitados a até 1,99% ao mês e prazo de até 48 meses para pagamento, o que amplia as chances de reorganização financeira para milhões de pessoas.
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Podem participar brasileiros com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105 em 2026. Além disso, as dívidas precisam ter sido contratadas até 31 de janeiro de 2026 e estar atrasadas entre 90 dias e dois anos
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O programa é voltado especialmente para famílias de baixa renda, trabalhadores informais e pessoas que enfrentam dificuldades para manter as contas em dia.
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Outra novidade do Desenrola 2.0 é a possibilidade de usar parte do saldo do FGTS para quitar débitos. O trabalhador poderá utilizar até 20% do valor disponível no fundo, ou até R$ 1 mil, para ajudar na renegociação.
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O governo acredita que a medida pode acelerar acordos e permitir que consumidores deixem listas de inadimplência com mais rapidez.
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Diferentemente da primeira edição do Desenrola, a nova fase não funciona por um único portal do governo, mas sim por meio das instituições financeiras credenciadas.
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O governo federal afirma que o programa também pretende estimular a educação financeira e evitar novos ciclos de endividamento. Uma das regras mais comentadas prevê restrição temporária ao acesso a plataformas de apostas online para quem aderir ao Desenrola 2.0.
Quem renegociar dívidas pelo novo programa terá o CPF incluído em um cadastro de impedidos, ficando proibido de fazer apostas online (bets) por 12 meses.

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