Nova lei ambiental da União Europeia ameaça exportações de cacau da Costa do Marfim, principal produtor mundial

Por Flipar

Embora as autoridades da Costa do Marfim trabalhem na criação de um mercado digitalizado para validar a trajetória do cacau, existe um temor global de impacto social negativo. Os países cultivadores apontam que a conta das reformas ecológicas pesa justamente sobre os agricultores mais vulneráveis, obrigados a se adaptar ao rigor dos blocos compradores.
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Além de liderar o mercado mundial do produto e abastecer grande parte da indústria internacional de chocolate, a Costa do Marfim é um dos países mais importantes da África Ocidental pela diversidade cultural. Banhada pelo Oceano Atlântico, faz fronteira com países como Gana, Libéria, Mali e Burkina Faso.
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Colonizada pela França no século 19, a nação conquistou a independência em 1960 sob a liderança de Félix Houphouët-Boigny, primeiro presidente marfinense. A capital política é Yamoussoukro, conhecida pela gigantesca Basílica de Nossa Senhora da Paz, enquanto Abidjan concentra a maior parte da atividade econômica e urbana do país.
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Café, óleo de palma, borracha e castanha de caju também possuem papel importante nas exportações do país. Apesar da riqueza agrícola, a Costa do Marfim enfrenta desafios relacionados à desigualdade social, desmatamento e instabilidade política em determinados períodos de sua história recente.
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Entre os pratos mais conhecidos está o attiéké, preparado a partir da mandioca fermentada. Além disso, o país se destaca pelas paisagens naturais, que incluem praias tropicais, florestas densas e uma rica biodiversidade. O Parque Nacional de Taï, por exemplo, abriga uma das últimas grandes áreas de floresta tropical preservada da África Ocidental.
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