A atividade da baiana de acarajé remonta ao começo do século 18, quando as chamadas escravas de ganho saíam para vender doces e salgados nas ruas de Salvador, Recife e Rio de Janeiro, e levar lucro aos seus senhores. Porém, guardavam parte do dinheiro e, com isso, muitas compraram a própria liberdade. O tabuleiro tornou-se arma contra os grilhões.