Ao longo dos séculos, o edifício sofreu perdas e alterações. Parte do revestimento externo desapareceu, e o bronze do teto do pórtico foi removido no século 17 por ordem do papa Urbano VIII, pertencente à família Barberini. O metal acabou reutilizado em obras da Basílica de São Pedro e em canhões do Castelo de Santo Ângelo, fato que gerou críticas severas na época.