Banco Central inicia retirada de notas antigas do real; veja o que muda para os brasileiros

Por Flipar

A medida envolve notas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100 emitidas naquele período inicial do Plano Real, além da cédula comemorativa de R$ 10 criada em celebração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil. Segundo o Banco Central, a substituição dessas notas ocorre principalmente por causa do desgaste natural provocado pelo longo tempo de circulação, já que muitas delas permanecem em uso há mais de três décadas.
Reprodução/BCB
O avanço do Pix reduziu significativamente a necessidade de uso de dinheiro em espécie em diversas operações do dia a dia, desde pequenas compras até pagamentos de contas e transferências pessoais.
Agência Brasil
A mudança não significa o fim do dinheiro físico no Brasil. O papel-moeda continua sendo considerado importante para diferentes setores da economia e ainda é bastante utilizado por parte da população, principalmente em regiões com menor acesso bancário ou em situações nas quais os meios digitais não estão disponíveis. O que acontece, na prática, é apenas a retirada gradual de uma versão antiga das cédulas, substituída por modelos mais modernos e com novos elementos de segurança.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O Banco Central esclarece que as notas antigas continuam válidas e podem ser utilizadas normalmente em qualquer estabelecimento comercial. Não existe prazo para que a população faça a troca imediata das cédulas.
Agência Brasil
As cédulas da Primeira Família do Real possuem características visuais bastante diferentes das versões mais recentes. Muitas delas trazem estilos gráficos antigos e elementos de segurança menos sofisticados do que os utilizados atualmente. Ainda assim, o Banco Central ressalta que esses modelos contam com mecanismos próprios de autenticação, desenvolvidos para dificultar falsificações na época em que foram produzidos.
Reprodução/BCB
Entre os principais itens de segurança presentes nas notas antigas estão a marca-d?água, a imagem latente, a impressão em alto-relevo, o registro coincidente e, em alguns casos, a faixa holográfica. A marca-d?água pode ser visualizada ao colocar a cédula contra a luz, revelando imagens incorporadas ao papel durante sua fabricação. Já a imagem latente aparece quando a nota é inclinada em determinados ângulos.
Reprodução/BCB
Nos últimos anos, o Banco Central vem apostando em versões mais modernas das cédulas, com tecnologias de segurança mais avançadas e maior resistência ao desgaste físico. Além de dificultar falsificações, essas mudanças ajudam a prolongar a vida útil do dinheiro em circulação e reduzem custos de reposição para o sistema financeiro nacional.
Joel Fotos/Pixabay

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