Erros comuns na lavagem e no armazenamento da alface podem aumentar risco de contaminações; veja dicas

Por Flipar

Muitas pessoas priorizam apenas o tamanho do pé de alface ou o preço mais baixo, sem observar sinais importantes de conservação. Folhas amareladas, escuras, murchas ou viscosas indicam início de deterioração e podem revelar maior risco de contaminação. O ideal é escolher folhas firmes, crocantes, limpas e com coloração viva. O talo também merece atenção: ele deve apresentar aspecto verde-claro e textura resistente, sem partes muito moles.
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Nas versões já cortadas e embaladas, de acordo com Dario Centurione, responsável pelo perfil de dicas SOS Alamanaque, é importante verificar a validade, a refrigeração e a presença excessiva de líquido dentro do pacote, já que a oxidação acontece de forma mais rápida. Fique atento às condições de venda, pois elas também influenciam diretamente na qualidade do alimento.
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Hortaliças expostas ao sol, ao calor excessivo ou próximas ao chão perdem nutrientes mais rapidamente e ficam mais vulneráveis à proliferação de bactérias e fungos. Outro erro bastante comum aparece durante o processo de lavagem.
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Muitas pessoas acreditam que apenas enxaguar as folhas em água corrente resolve o problema, mas esse processo não elimina adequadamente os microrganismos presentes na superfície da alface. Produtos como vinagre, detergente e bicarbonato de sódio também não garantem higienização eficiente.
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Guardar a alface úmida acelera o escurecimento, reduz a crocância e favorece a multiplicação de fungos e bactérias. O ideal é utilizar centrífugas específicas ou papel-toalha limpo para retirar o excesso de água antes de armazenar. A forma de conservação na geladeira também interfere na durabilidade.
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Especialistas orientam guardar as folhas em recipientes secos e limpos, com camadas de papel-toalha entre elas para absorver a umidade. O papel deve ser trocado periodicamente para evitar acúmulo de água. A gaveta destinada às hortaliças costuma oferecer as melhores condições de temperatura e umidade.
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Vale lembrar que, além da versão americana mais comum nas saladas, existem diversos tipos de alface consumidos no Brasil, como crespa, lisa, romana e roxa, cada uma com textura, sabor e valor nutricional diferentes. As folhas mais escuras, por exemplo, costumam apresentar maior concentração de vitaminas, fibras e antioxidantes importantes para o organismo.
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