Com a extinção das ordens religiosas em Portugal, os monges precisaram abandonar o mosteiro. Nesse período, a receita foi repassada ao comerciante Domingos Rafael Alves, que iniciou a produção dos pastéis em sua refinaria de açúcar. Pouco tempo depois, a fabricação foi transferida para a Antiga Confeitaria de Belém, inaugurada em 1837. Até hoje, a receita original permanece sob sigilo e continua sendo produzida no mesmo local, atualmente conhecido como Casa Pastéis de Belém.