Com o aumento das visitas após a descoberta, os desenhos em tinta começaram a sofrer danos devido à umidade, dióxido de carbono e presença de fungos. Em 1963, as cavernas foram fechadas ao público para preservar o patrimônio, evitando a degradação irreversível das imagens. Desde então, apenas pesquisadores autorizados têm acesso direto, enquanto réplicas foram criadas para visitantes.