Inspiradas nos elementos naturais da floresta, essas passagens permitem que primatas, marsupiais, roedores e outros animais arborícolas atravessem com segurança áreas que antes representavam barreiras quase intransponíveis. Desde 2021, dezenas dessas estruturas foram implantadas em pontos estratégicos da Amazônia, onde já possibilitaram mais de 20 mil travessias seguras registradas por sistemas de monitoramento.