O arquiteto I. M. Pei foi escolhido após um processo seletivo internacional, e sua proposta se destacou pela ousadia e clareza conceitual, acreditando que o Louvre precisava de uma intervenção prática e simbólica. A pirâmide representava essa síntese, unindo funcionalidade e impacto visual. Pei deixou sua marca definitiva na paisagem parisiense, e sua obra é lembrada como um gesto de coragem arquitetônica.