Durante séculos, o acesso ao templo era restrito ao imperador e aos oficiais que participavam dos rituais, reforçando sua exclusividade. Somente após o fim da monarquia, no início do século 20, o espaço foi aberto ao público e transformado em parque. Essa mudança consolidou o templo como símbolo nacional e patrimônio coletivo, acessível a todos.