Descoberta de um manuscrito do século 13 revela um Merlin mais humano e vulnerável

Por Flipar

Além de aprofundar o conhecimento sobre as raízes do mito arturiano, o manuscrito também ajuda a entender a evolução do arquétipo do mago sábio, que inspirou personagens como Gandalf, de "O Senhor dos Anéis", e Dumbledore, de "Harry Potter". A redescoberta resgata um tesouro literário perdido e revela como as narrativas fantásticas do passado seguem presentes na cultura popular.
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Segundo as lendas arturianas, Merlin foi um poderoso mago e profeta que ajudou a definir o destino do Rei Arthur. Ele teria previsto o nascimento do futuro rei e planejado que ele fosse criado longe das disputas pelo trono. Merlin, então, teria criado o desafio da espada, que consistia em: quem a retirasse da pedra seria o verdadeiro rei. Arthur, ainda jovem, cumpriu o feito sem conhecer sua origem real e foi proclamado o legítimo rei da Bretanha.
Willgard Krause/Pixabay
Já como rei, Arthur fundou a famosa Távola Redonda, que contou com cavaleiros nobres, como Lancelot, Gawain e Percival, que buscavam justiça e o Santo Graal. Merlin o ajudou com conselhos e mentoria, mas, em algumas versões, acabou enfeitiçado e aprisionado pela feiticeira Morgana, ou pela Dama do Lago.
imagem gerada por i.a
A queda de Camelot, o lendário castelo e corte de Arthur, símbolo de justiça e cavalaria, resultou da traição de Morgana, do romance proibido entre Lancelot e a rainha Guinevere, esposa do Rei Arthur, e da rebelião de Mordred, filho bastardo (ou, em algumas versões, sobrinho) de Arthur.
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