As raízes dessa tendência de queda populacional estão, em parte, na antiga política do filho único, em vigor de 1979 a 2015. Somam-se a isso a rápida urbanização, o alto custo de criar filhos nas grandes cidades, a insegurança econômica e o adiamento do casamento e da maternidade, fatores que continuam reduzindo a natalidade no país.