Cinzas do incêndio que atingiu Museu Nacional viram obras de arte em nova exposição

Por Flipar

A exposição também presta homenagem a peças que desapareceram definitivamente no incêndio. Entre elas estão o dinossauro Staurikosaurus pricei, reconhecido como um dos mais antigos representantes do grupo, e o tigre-dente-de-sabre Smilodon populator, símbolos da riqueza científica que o Museu Nacional preservava antes da tragédia.
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Fundado em 1818 por Dom João VI, o Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil e abriga importantes coleções de arqueologia, paleontologia, antropologia, zoologia e geologia. Instalado no histórico Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, o local ainda passa por um amplo processo de reconstrução após o incêndio devastador de 2018.
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Atualmente, parte dos espaços já recebe visitantes em exposições temporárias. A visitação ocorre de terça a domingo, das 10h às 16h, com entrada gratuita, mediante retirada de ingresso pela plataforma do Sympla, conforme a disponibilidade. A exposição ?Rescaldo das Memórias? vai até o dia 30 de agosto.
Divulgac?a?o/Diogo Vasconcellos

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