Polifenóis: quais alimentos têm esses compostos naturais e seus efeitos na saúde

Por Flipar

Uvas, maçãs, frutas vermelhas, romã, ameixas, cerejas e diversas outras frutas são ricas em diferentes tipos de polifenóis. Em geral, cascas e sementes concentram quantidades maiores desses compostos do que a polpa.
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Além das frutas, bebidas como chá-verde, chá-preto e café, assim como o cacau e o chocolate com maior teor de cacau, também fornecem polifenóis. Cada alimento apresenta tipos diferentes desses compostos, com características próprias.
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Diversos polifenóis possuem ação antioxidante, ajudando a neutralizar parte dos radicais livres produzidos naturalmente pelo organismo. Seus benefícios, porém, dependem do conjunto da alimentação e dos hábitos de vida, não de um único alimento.
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Grande parte dos polifenóis chega ao intestino, onde é transformada pelas bactérias da microbiota. Esses metabólitos podem ser absorvidos pelo organismo, o que explica por que a saúde intestinal influencia o aproveitamento desses compostos.
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O teor de polifenóis depende da espécie da planta, do clima, do solo, do grau de maturação e até da forma de armazenamento. Por isso, alimentos semelhantes podem apresentar concentrações diferentes.
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Cozimento, aquecimento prolongado e processamento podem reduzir parte dos polifenóis, embora alguns permaneçam estáveis ou até se tornem mais disponíveis em determinadas preparações. O efeito varia conforme o alimento e o tipo de composto.
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Consumir diariamente frutas, verduras, legumes, ervas, especiarias, café, chás e outros alimentos de origem vegetal é uma forma prática de aumentar a ingestão de polifenóis. Quanto mais variada for a alimentação, maior tende a ser a diversidade desses compostos.
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