Sam Neill, astro de “Jurassic Park”, morre aos 78 anos

Por Flipar

Segundo o site Celebrity Net Worth, Neill deixou um patrimônio estimado em 18 milhões de dólares, cerca de 92 milhões de reais na cotação atual. Além disso, entre os seus bens está o vinhedo Two Paddocks, que o ator fundou na Nova Zelândia em 1993 ao lado do diretor de cinema Roger Donaldson, seu parceiro no filme "Sleeping Dogs". Hoje, o local tem quatro propriedades rurais dedicadas à produção do vinho Pinot Noir.
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Neill deixa quatro filhos e oito netos. Inclusive, ele viveu um reencontro marcante com o filho mais velho, Andrew, que havia sido colocado para adoção em 1969. Os dois se reaproximaram 25 anos depois, e o próprio ator contou a experiência em entrevista ao jornal britânico The Times, em 2014.
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Além disso, Neill aparecerá em alguns projetos póstumos. Ele fez parte do elenco de "Godzilla x Kong: Supernova", que tem estreia prevista para março de 2027, e de "The Last Resort", filme estrelado por Daisy Ridley e Alden Ehrenreich. O ator também dublou um personagem na comédia australiana "The Fox", que estreará em 29 de outubro de 2026 na Austrália.
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O ator nasceu em Omagh, na Irlanda do Norte, em 1947, e cresceu em Christchurch, na Nova Zelândia. Curiosamente, seu nome de batismo era Nigel John Dermot Neill, mas adotou o nome Sam ainda na infância. Ao longo de mais de 50 anos de carreira, acumulou mais de 150 trabalhos entre cinema e televisão.
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Ele estreou como ator em 1971, mas a fama mundial veio mesmo em 1993, quando atuou em "O Piano", filme ganhador de três Oscars da diretora Jane Campion, e como o paleontólogo Dr. Alan Grant em "Jurassic Park", de Steven Spielberg. O personagem se tornou um dos mais memoráveis de sua carreira; Neill voltou a interpretá-lo em "Jurassic Park III" e "Jurassic World: Domínio".
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Ao longo da carreira, Neill recebeu três indicações ao Globo de Ouro e duas ao Emmy. Em 2023, lançou a autobiografia "Did I Ever Tell You This?". No mesmo ano, ao falar sobre o tratamento contra o câncer em entrevista à BBC, afirmou que não tinha medo da morte: "O que eu não quero é parar de viver, porque eu realmente gosto de viver."
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