Chupeta: entenda os benefícios, os riscos e os cuidados em cada fase da infância

Por Flipar

Especialmente no primeiro ano de vida, a criança tem necessidade de sugar. A sucção é um comportamento reflexo natural e vital do bebê, que pode ser visto até mesmo em ultrassonografias, com o feto chupando o dedinho.
ALEJANDRA VELASCO HERNÁNDEZ/Pixabay
No entanto, de acordo com Sociedade Brasileira de Pediatria (SBC), bebês muito pequenos que usam chupeta podem acabar mamando por menos tempo. Isso se deve à confusão entre as duas formas de sucção, o que pode impactar na produção de leite materno.
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Por isso, o recomendável é que não se introduza o uso da chupeta até que a amamentação tenha se consolidado. E quando isso ocorrer, os especialistas recomendam uso moderado.
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O exercício muscular realizado durante a amamentação é fundamental para o desenvolvimento adequado da boca, dos ossos da face e da dentição. O uso frequente da chupeta envolve um padrão de sucção diferente, que pode interferir nesse processo quando se prolonga por muito tempo.
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Como consequência, algumas crianças podem apresentar alterações na mordida, dificuldades na mastigação, problemas na fala e outros impactos no desenvolvimento oral.
imagem gerada por i.a
Ainda assim, caso a decisão seja a de oferecer a chupeta à criança, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que o uso seja restrito apenas ao primeiro ano de vida. Além disso, reforça que a introdução só deve ocorrer após a consolidação da amamentação.
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A entidade alerta os pais para o caso de uso de chupeta por crianças que já adquiriram a fala ou estão com mais de seis anos. Nessas situações, o item pode estar cumprindo função psíquica na rotina infantil, indicando questões emocionais que necessitam de atenção.
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