O álcool deixa de ser, porém, o único foco da regulamentação. A resolução permite que a fiscalização utilize equipamentos certificados para procurar outras substâncias psicoativas, sempre em conjunto com a análise da capacidade psicomotora do condutor. Esses dispositivos terão resultado qualitativo. Ou seja, eles irão apontar a presença da substância, sem informar sua concentração. A simples identificação de vestígios, portanto, não será suficiente, isoladamente, para caracterizar a infração.