Cidades flutuantes: projeto na Coreia do Sul busca enfrentar avanço do nível do mar

Por Flipar

Especialistas alertam que a elevação do nível do mar nas próximas décadas poderá ampliar o risco de inundações em diversas regiões costeiras do planeta. Em cenários mais extremos, a subida pode ultrapassar um metro até 2100, ameaçando áreas densamente povoadas e importantes infraestruturas.
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Centenas de milhões de pessoas vivem em regiões vulneráveis à elevação do nível do mar, ameaça que persiste mesmo com a redução do aquecimento global. Em 2023, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o avanço dos oceanos poderá provocar deslocamentos em massa de populações costeiras ao longo das próximas décadas.
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Projeções da organização científica Climate Central mostram os possíveis impactos da elevação do nível do mar em cidades costeiras. Em um cenário de aquecimento global de 4°C, áreas do Rio de Janeiro, por exemplo, aparecem ameaçadas pela inundação no longo prazo. O avanço das águas projetado nesse cenário ocorreria ao longo de séculos.
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Países asiáticos estão entre os mais vulneráveis à elevação do nível do mar. China, Índia, Bangladesh, Vietnã e Indonésia possuem milhões de pessoas vivendo em áreas que podem ser ameaçadas pelas águas. O avanço do mar também pode transformar profundamente áreas urbanas e ecossistemas costeiros.
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As consequências da elevação do nível do mar podem incluir perda de moradias e empregos, deslocamentos populacionais e agravamento da pobreza. O avanço das águas também favorece a erosão costeira e ameaça ecossistemas, com impactos sobre a biodiversidade e a segurança alimentar de diversas comunidades
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Para reduzir os impactos, cidades costeiras podem adotar medidas como a construção de barreiras de proteção, a recuperação de manguezais e outras defesas naturais. Em áreas de maior risco, também pode ser necessária a transferência planejada de moradias, comércios e infraestruturas para locais mais seguros.
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