Convulsão: entenda as causas, os sinais e saiba como agir durante uma crise

Por Flipar

Diversas condições podem desencadear convulsões, entre elas epilepsia, traumatismos na cabeça, AVC e infecções do sistema nervoso, como meningite e encefalite. Também podem ocorrer em casos de intoxicação ou abstinência de álcool e outras drogas e, em crianças, associadas à febre.
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Nem toda convulsão significa que a pessoa tenha epilepsia. Durante uma crise, o mais importante é manter a calma e proteger a pessoa de possíveis ferimentos. Muitas convulsões duram poucos minutos e cessam espontaneamente, sem necessidade de intervenção para interrompê-las.
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Afaste objetos que possam causar ferimentos e proteja a cabeça da pessoa com algo macio. Quando for possível e seguro, coloque-a de lado, especialmente após os movimentos diminuírem, para facilitar a respiração e permitir a saída de saliva ou vômito.
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Apoie a cabeça da pessoa com algo macio, não tente conter seus movimentos e nunca coloque objetos ou os dedos em sua boca. Também é importante marcar quanto tempo dura a crise. Essa informação pode ser muito útil para a avaliação médica e para definir a necessidade de atendimento de emergência.
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Após a crise, é normal que a pessoa acorde confusa, cansada ou com dor de cabeça.O ideal é ficar ao lado da vítima até que ela esteja totalmente orientada e recomende que ela busque avaliação médica, mesmo que já se sinta bem.
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A primeira crise convulsiva deve ser avaliada por um serviço de saúde para investigar sua causa. Já pessoas com epilepsia diagnosticada nem sempre precisam de atendimento de emergência após uma crise habitual, desde que ela siga o padrão conhecido e não haja sinais de complicações.
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É preciso buscar atendimento de emergência se a convulsão durar mais de cinco minutos, se outra crise começar logo em seguida ou se a pessoa não recuperar a consciência ou apresentar dificuldade para respirar. Gestantes, pessoas que se machucaram durante a crise ou tiveram a primeira convulsão também precisam de avaliação médica.
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