Durante a ditadura militar, a Candelária recebeu, em 4 de abril de 1968, missas de sétimo dia em memória do estudante Edson Luís, morto pela Polícia Militar no restaurante Calabouço. Após a celebração da manhã, policiais cercaram e agrediram participantes na saída da igreja. À noite, padres formaram um corredor para proteger o público.